Miguel e Matos — Dois Amigos
[Verso 1]
Há amigos que chegam devagar,
Mas ficam para sempre no coração,
Trazem histórias para contar,
E transformam qualquer dia numa canção.
O Miguel pega na música e sorri,
Faz da vida um palco iluminado,
Onde passa deixa um pouco de si,
E ninguém fica triste ao seu lado.
E o Matos, com a palavra na mão,
Vai juntando histórias pelo caminho,
Jornalista de alma e coração,
Mas entre amigos nunca está sozinho.
[Pré-Refrão]
E quando os dois se encontram,
Já ninguém consegue ficar parado,
Há gargalhadas que se espalham,
E o mundo parece mais bonito ao nosso lado.
[Refrão]
Miguel Correia e José Matos,
Dois amigos, dois irmãos,
Um faz música com a alma,
O outro escreve com paixão.
Onde chegam levam alegria,
Onde estão há emoção,
Miguel e Matos, amigos para a vida,
Daqueles que moram no coração.
[Verso 2]
O Miguel conhece a força de um refrão,
Sabe quando uma nota diz mais que mil palavras,
Põe sentimento em cada canção,
E faz sorrir até as almas cansadas.
O Matos pergunta, escuta e conta,
Tem histórias que parecem não ter fim,
Entre notícias e uma boa conversa,
Tem sempre uma piada guardada para nós, assim.
E a malta sabe que pode confiar,
Porque amizade verdadeira é coisa rara,
Quando a vida pesa e começa a apertar,
Eles chegam — e a tristeza logo dispara.
[Pré-Refrão]
São daqueles que não se esquecem,
Mesmo quando a estrada nos separa,
Porque há amigos que permanecem
Mesmo quando a vida passa depressa.
[Refrão]
Miguel Correia e José Matos,
Dois amigos, dois irmãos,
Um faz música com a alma,
O outro escreve com paixão.
Onde chegam levam alegria,
Onde estão há emoção,
Miguel e Matos, amigos para a vida,
Daqueles que moram no coração.
[Ponte — mais emotiva]
E se um dia o tempo nos levar
Por caminhos que ninguém escolheu,
Hão de ficar as noites de cantar,
As gargalhadas e tudo o que aconteceu.
Porque a vida não se mede pelos dias,
Mas pelas pessoas que nos fazem sentir,
E há amizades que são melodias
Que nem o tempo consegue destruir.
Miguel, continua a tocar,
Deixa a tua música falar…
Matos, continua a contar,
As histórias que nos fazem sonhar.
E enquanto houver uma mesa,
Uma guitarra e alguém para ouvir,
Há de haver sempre alegria
E uma razão para sorrir.
[Último Refrão — grandioso]
Miguel Correia e José Matos,
Dois amigos, dois irmãos,
Um com a música na alma,
Outro com histórias nas mãos.
E a malta canta com eles,
Com verdade e emoção,
Porque amigos assim são raros,
São presentes do coração.
Miguel e Matos,
Que nunca vos falte a estrada,
Nem a música, nem as histórias,
Nem uma boa gargalhada.
E se perguntarem um dia
O que é amizade de verdade,
Digam dois nomes bem alto:
Miguel e Matos — para a eternidade.